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MAGIA
E OS TIPOS DE RITUAIS

Os rituais obedecem a uma classificação bastante ampla, conforme as
intenções. Podemos distinguir rituais sazonais, de aperfeiçoamento,
de iniciação, de exploração e de libertação, embora existam
rituais que não possam ser incluídos em nenhuma dessas categorias e
outros, que incluem duas ou mais.
Rituais Sazonais
São celebrados para assinalar acontecimentos especiais e os principais
são os solstícios e os equinócios , que se alternam a cada 3 meses e
que representam as mudanças das marés psíquicas. O mago considera que
cada uma das 4 estações tem uma correspondência com sua própria
psique,por ex: o elemento água é equiparado ao período entre o solstício
de inverno e equinócio de primavera, e nesse tempo, sua alma se
purifica, eliminando resquícios psicológicos desgastados e indesejáveis,
preparando-se para um novo crescimento na maré do equinócio de
primavera, que em geral, equivale ao fogo. É um processo consciente,
contínuo, de crescimento psíquico, que se vale das estações do ano
como um contexto natural e adequado.
Rituais de Aperfeiçoamento
Podem ser de dois tipos: gerais ou específicos. Têm o intuito de
equilibrar uma distorção de caráter, que pode ser individual ou em
grupo.
Rituais de Iniciação
Normalmente são rituais de grupo, ocasião em que um novo membro
aprende o simbolismo específico utilizado pelo grupo. Pode não ser
feito em grupo também. Normalmente é encenado um drama de
renascimento, no qual o iniciado tem o papel principal. A idéia é de
induzir o novo membro a um renascimento da consciência, para se
conseguir que as realidades interiores alcancem a mesma força das
exteriores. A medida em que vai acumulando experiência, o iniciado
aprende a ver com seu olho interior e a perceber a realidade interior,
da qual a ação física é apenas o reflexo externo. Existem muitos níveis
de Iniciação, variando conforme o conhecimento do iniciado, e a cada nível,
pode ser marcada uma nova cerimônia. Tais cerimônias, quando em níveis
muito elevados, os rituais obedecem a uma classificação bastante ampla, conforme as
intenções. Podemos distinguir rituais sazonais, de aperfeiçoamento,
de iniciação, de exploração e de libertação, embora existam
rituais que não possam ser incluídos em nenhuma dessas categorias e
outros, que incluem duas ou mais.
Rituais Sazonais
São celebrados para assinalar acontecimentos especiais e os principais
são os solstícios e os equinócios , que se alternam a cada 3 meses e
que representam as mudanças das marés psíquicas. O mago considera que
cada uma das 4 estações tem uma correspondência com sua própria
psique,por ex: o elemento água é equiparado ao período entre o solstício
de inverno e equinócio de primavera, e nesse tempo, sua alma se
purifica, eliminando resquícios psicológicos desgastados e indesejáveis,
preparando-se para um novo crescimento na maré do equinócio de
primavera, que em geral, equivale ao fogo. É um processo consciente,
contínuo, de crescimento psíquico, que se vale das estações do ano
como um contexto natural e adequado.
Rituais de Aperfeiçoamento
Podem ser de dois tipos: gerais ou específicos. Têm o intuito de
equilibrar uma distorção de caráter, que pode ser individual ou em
grupo.
Rituais de Iniciação
Normalmente são rituais de grupo, ocasião em que um novo membro
aprende o simbolismo específico utilizado pelo grupo. Pode não ser
feito em grupo também. Normalmente é encenado um drama de
renascimento, no qual o iniciado tem o papel principal. A idéia é de
induzir o novo membro a um renascimento da consciência, para se
conseguir que as realidades interiores alcancem a mesma força das
exteriores. A medida em que vai acumulando experiência, o iniciado
aprende a ver com seu olho interior e a perceber a realidade interior,
da qual a ação física é apenas o reflexo externo. Existem muitos níveis
de Iniciação, variando conforme o conhecimento do iniciado, e a cada nível,
pode ser marcada uma nova cerimônia. Tais cerimônias, quando em níveis
muito elevados,costumam ser realizadas em um templo que não foi construído
por mãos humanas.
Rituais de Exploração
Dão continuidade ou incorporam a técnica da imaginação ativa,
conhecida como viagem astral ou a concentração sobre uma visão
espiritual. Em geral incluem uma cerimônia formal de abertura e
encerramento, com algum trabalho original, em sua parte central que não
costuma ser preparado antes. Esse trabalho pode ser uma meditação em
grupo ou individual, que por ser feita na atmosfera mais elevada das
condições rituais, é mais proveitosa que a meditação informal (e
individual, muitas vezes).
Rituais de Libertação
São muito semelhantes aos rituais de Aperfeiçoamento, porém mais
estreitamente ligados a determinados tipos de oração. Podem ter o
objetivo de acalmar as almas dos que chamamos de mortos e que podem
estar perturbadas por algum motivo. Podem também ter o objetivo de
preocupar-se em auxiliar para que a luz do Cristo brilhe em obscura áreas
de horror e terror, ajudando os que necessitam.
Vestimentas e Objetos

Representam uma parte essencial da cerimônia ( não são indispensáveis,
mas servem como um forte reflexo exterior do que se passa em nosso
interior ), porque quando entramos num ritual, nos despimos de nossa
personalidade cotidiana e vestimos uma versão mágica - a que
corresponde ao rito. Somos então, auxiliados pelos símbolos e pela
vestimenta.
O
Círculo

É possível considerar um templo mágico como sinônimo de um círculo
mágico. O ideal seria ter um aposento ou um quarto de fundos reservado
apenas para o ritual. Nem sempre isso é possível, então o melhor a
fazer é transformar temporariamente um aposento qualquer em templo,
construindo um círculo mágico. Podemos pintar um círculo em um pano
ou tapete, que estenderemos no chão e que pode ser enrolado e guardado
quando não estiver em uso. O que interessa mesmo é o círculo interno
e não externo (porem o circulo não pode ser quebrado de modo algum. Um
Irmão avisou que seu grupo quebrou o círculo em um ritual e se deu
mal). Ele serve apenas para se conseguir uma concentração e visualização
muito mais forte do que seria possível de outra forma. A diferença
entre um círculo mágico e um templo mágico, é de que o círculo é
imaginariamente tridimensional e o templo totalmente tridimensional. Num
templo haveria um círculo permanente no chão, e mesmo assim, o
iniciado teria de usar sua concentração e imaginação para construir
o círculo e o templo interiores. Dispondo apenas do círculo físico,
temos de construir o resto com nossa imaginação concentrada, e a única
diferença é que ao nosso redor não terão as paredes físicas para
nos ajudar numa melhor visualização. Resumindo, se puder ter um círculo
e um templo, tenha-os. Facilitará o seu trabalho ajudando na sua
concentração. Se não puder, não desanime. É possível obter o mesmo
resultado, você só terá que se empenhar mais.
Orientação
Interior
É o propósito do círculo e também do templo. No sentido
bidimensional, estamos parados no centro de um horizonte infinito, no
ponto exato de encontro das direções cardeais do leste, oeste, sul e
norte. No sentido tridimensional, vemo-nos no centro de uma esfera ou de
um cubo e, neste último caso, no ponto central entre as seis faces, os
oito cantos e todos os doze lados. Pode parecer banal, mas a maioria das
pessoas precisa exatamente de orientação psíquica, e esta é uma
maneira excelente de obtê-la. O círculo representa a totalidade do
homem (de si próprio) e a totalidade do UNIVERSO. Dessa forma,
aprendemos em primeiro lugar a nos orientar em sentido central em relação
a nossa individualidade maior e desconhecida, as alturas e profundezas,o
Bem e o Mal, o passado e o potencial - e também com respeito a
totalidade maior.
A divisão do círculo
Poderíamos dividi-lo em doze, em seis etc. Para melhor explicar
dividiremos em quatro, designando para cada divisão um elemento
tradicional - água, terra, fogo e ar. A divisão é feita com base nos
pontos cardeais e teremos um elemento para cada um. Utilizaremos um
quadro de correspondência para cada elemento/quadrante. Você pode
considerar as correspondências citadas como parte integrante da tradição
estabelecida (as quais para mim são de valor comprovado), entretanto,
se quiser pode mudá-las com o que mais lhe atrair.
TABELA
DE CORRESPONDÊNCIA
| AR |
FOGO |
ÁGUA |
TERRA |
| LESTE |
SUL |
OESTE |
NORTE |
| ESPADA |
BAQUETA |
CÁLICE |
PANTÁCULO |
| AMARELO |
VERMELHO |
AZUL |
VERDE |
| AMANHECER |
MEIO
DIA |
ENTARDECER |
MEIA
NOITE |
| PRIMAVERA |
VERÃO |
OUTONO |
INVERNO |
| VIDA |
LUZ
|
AMOR |
LEI |
| FÉ
|
ESPERANÇA |
CARIDADE |
COMPREENSÃO |
| INFÂNCIA |
MOCIDADE |
MATURIDADE |
VELHICE |
Poderíamos
continuar essa lista indefinidamente. Ser apenas um colecionador de símbolos
e ficar estudando quadros de correspondência sem nunca utilizá-los é
como ser um colecionador de roteiros turísticos sem nunca sair do
lugar. O conhecimento não é tão importante quanto saber usá-lo.
Aplicação
das Correspondências
Serve como um exercício inicial, de introdução mesmo. Imagine um círculo
ao seu redor, claramente marcado e dividido em 4 quadrantes, conforme os
pontos cardeais. A leste, num ponto do círculo, visualize a Espada
flutuando no ar, com a ponta pra cima.(normalmente utilizamos espadas
com o punho em cruz). Aproxime-se da arma imaginada e comece a construir
as outras correspondências, pode -se fazê-lo em qualquer ordem, pois o
propósito é conseguir, em seu interior, despertar a sensação de
todas elas juntas. Enquanto estiver parado ao leste, imagine uma luz
amarela te iluminando, sinta o ar se mover ao seu redor, ouça os pássaros,e
perceba o despertar da vida na primavera, sinta-se como criança, e também
cheio de fé na glória e beleza de todas as coisas, perceba o pulsar da
vida. Permaneça assim por no máximo dez minutos, depois volte para o
centro do círculo e assuma seu estado normal de consciência. Repita
esse procedimento em cada quadrante. Pode experimentar os quadrantes
sucessivamente, ou se quiser, um por dia. É proveitoso fazer este exercício
por algumas semanas. Entretanto, é importante desenvolver todos os
quadrantes, de maneira nenhuma se apegue a um só! Se você pretende se
concentrar em um quadrante mais do que nos outros, este deverá ser o
que menos lhe atrai, pois dessa forma você poderá restabelecer seu
equilíbrio psíquico.
LEMBRETE:
Podemos conseguir da Magia tanto quanto colocamos nela! Nos estágios
iniciais, uma pessoa não contribui com muita coisa, é algo que vem com
o tempo e a prática. Pessoas neuróticas ou instáveis não devem mexer
com o oculto sem a supervisão de uma pessoa experimentada, para que não
aconteçam dissociações descontroladas da percepção. Entretanto, a
pessoa experiente tem a possibilidade de conseguir mais do que aquilo
que contribuiu. Nos primeiros meses ou semanas de estudo, é aconselhável
aumentar nossa experiência em relação aos quadrantes, descobrindo
outros atributos em nosso interior, sem auxílios artificiais, para que
não sejam criados obstáculos ou confusões. Vá com calma!
Acessórios
Se você dispõe de local adequado, pode começar a procurar os objetos
para cada quadrante. Por exemplo, pequenas lamparinas a óleo, copos
coloridos para colocá-las, nas cores apropriadas a cada quadrante. Se
quiser pode ter quadros também, apropriados a cada quadrante,
representando as quatro estações ou os quatro elementos, ou ainda o
amanhecer, o meio-dia e o entardecer e a meia-noite. Podem ser abstratos
ou simbólicos, pode pintá-los se quiser. De qualquer forma, é melhor
evitar o excesso de peças, é preferível ter poucos arrumados e
escolhidos com bom gosto, ou seu local virará um antiquário super
esquisito! A não ser que goste, é claro...
AS
ARMAS MÁGICAS
A
Espada
Conforme a tradição deve ser recebida ou conquistada.
A Baqueta Mágica
Deve ter um desenho exclusivo, ser feita por você mesmo, sem que
qualquer pessoa saiba ou possa vê-la. Quando utilizada em rituais
externos, é substituída por outra vara. Como ela representa sua própria
vontade espiritual, jamais deve ser mostrada a outros, a não ser em
circunstâncias excepcionais, e deve permanecer oculta num local
secreto, envolvida em seda.
A Taça
Deve ser um presente de alguém que ama você.
O Disco
Deve ter um desenho que represente sua própria e pessoal compreensão
do Universo.
Os Nomes Mágicos
Ou nomes de poder. Existem dois nomes principais para cada quadrante. Um
desses é o nome de Deus e o outro é o da inteligência arcangelical,
que por tradição, acreditamos estar governando cada quadrante.
| LESTE |
SUL |
OESTE |
NORTE |
|
IHVH |
ADNI |
AHIH |
AGLA |
|
RAFAEL |
MIGUEL |
GABRIEL |
ARIEL |
Os nomes de Deus são todos hebraicos, e são pronunciados com a mesma
força em cada sílaba, que deve ser um pouco prolongada. Os que seguem
as antigas tradições, freqüentemente visualizam as quatro letras de
cada nome em caracteres hebraicos em luz dourada, diante deles em cada
quadrante.
EXPLICAÇÃO DOS NOMES DE DEUS
IHVH
É um nome utilizado no Velho Testamento e que os judeus devotos
consideram tão sagrado que não deve ser pronunciado, aliás, parece
que a pronúncia correta é desconhecida. Conhecemos a seguinte:
Ii-a-uuu-ê. Antigos estudiosos pronunciavam como Jeová, outros Iavé.
ADNI
Frequentemente traduzido como Adonai, significa Senhor. É o nome que
substitui IHVH quando um judeu lê a Bíblia em voz alta. Pronuncia-se
A-do-na-i.
AHIEH
Em geral se escreve Eheieh, é o nome que Deus revelou a Moisés com o
arbusto em chamas. É traduzido como Eu Sou, ou Eu Sou O Que Sou.
Enfatiza Deus como um fato sempre presente., que era, é , e sempre será.
AGLA
É uma forma especial de código secreto, porque é um nome composto com
as iniciais de uma frase " Ateh Gedulah Le'ohlahm Adonai", que
significa " Tu És poderoso para sempre, ó Senhor". É um
nome apropriado para o quadrante norte, que entre outras coisas,
simboliza o que está oculto ( o Sol da Meia-Noite, etc.), a lei e a
coompreensão.
VIBRAÇÃO DOS NOMES
Podemos já acrescentar esses nomes ao exercício dos quadrantes. Devem
ser vibrados, e não pronunciados de qualquer maneira. Quando
pronunciados, devemos estar com uma postura diferente, o pé direito atrás
do esquerdo, as mãos sobre o coração com os dedos apontados para o
alto, mantendo uma leve pressão. Produz equilíbrio físico e mental.
Os nomes são falados com a respiração forçada, como se tivéssemos
expelindo-os de nossos lábios. A voz mais sonora, emendando as palavras
e enfatizando ao máximo as vogais e as consoantes. A vibração das
palavras corretamente pronunciadas pode ser sentida em algumas partes do
corpo, especialmente nas palmas das mãos e solas dos pés. Depois de
praticar algum tempo, a mente fica tão condicionada que assim que os
nomes são pronunciados, todo o resto de imagens flui em sua consciência.
Nesse caso, você terá construído uma palavra mágica!
Poderes
das Armas Mágicas
É consolidando poderes psíquicos e realizações em objetos e ações
que o iniciado desenvolve os poderes de suas armas. Não no espaço
externo, e sim interno de cada um. Sua espada mental, simbolizada pela
espada física será mágica. Lembro que continua sendo importante
limpar, manusear e guardar a sua espada física. Ela é a sua ponte
entre os dois mundos.
Nomes
Arcangelicais
Ao abrir sua percepção para outros planos de existência, você
naturalmente entrará em contato com os habitantes daqueles planos. Com
esse contato se consegue guia e proteção , invocando a inteligência
arcangelical própria de cada quadrante. O método para vibrar tais
nomes é o mesmo utilizado para os nomes de Deus. Raa-faa-eel ,
Mii-gueel, Gaa-brii-eel, Aa-rii-eel.
Imagens
Telesmáticas
Ao vibrar os nomes em cada quadrante, é comum visualizarmos uma figura
(um anjo de asas por exemplo), e isso pode ser bom ou ruim. É bom, pela
habilidade do iniciado em formular imagens e mantê-las firmes em sua
mente (uma ou duas horas, por exemplo) quando necessário, e é ruim,
por deixá-las ter vida e movimento próprios e observá-las enquanto
isso acontece, ou conversar com elas, mantendo um delicado equilíbrio
entre deixá-las estáticas ou rígidas demais, e serem levadas para a
difusão ou caos. Rafael é um guia de viajantes e aparece na Bíblia
como o guia de Tobias. Miguel é representado matando o dragão da
maldade com uma longa lança. Gabriel é o anjo da Anunciação e
carrega uma trompa em suas mãos. Ariel é o menos conhecido,seu nome
significa luz e pode ser representado como uma figura escura, de feições
já envelhecidas carregando um grande livro aberto e com um dedo
apontado para as estrelas.
O
ALTAR E AS COLUNAS - PARTE II
Sua essência é prática e simples, pois representa o portal para os
planos interiores. A seguir, uma tabela de correspondências:
TABELA
DE CORRESPONDÊNCIA DAS COLUNAS
| COLUNA
ESCURA |
COLUNA
CLARA |
| NEGATIVO |
POSITIVO |
| FEMININO |
MASCULINO |
| NOITE |
DIA |
| PASSIVO |
ATIVO |
| RECEPTOR |
EMISSOR |
| FORMA |
FORÇA |
| PINGALA |
IDA |
| YIN |
YANG |
| BOAZ |
JACHIN |
As três últimas correspondências são os nomes desses princípios nos
idiomas hindu e chinês, e na instrução maçônica.
Exercícios
com as Colunas
Podemos primeiro, meditar sobre as colunas, individualmente, aumentando
nossa percepção do que elas representam. Segundo, ficar parados entre
elas, nos transformando numa terceira coluna e por último, nos imaginar
atravessando-as como um pórtico de templo egípcio (é importante
imaginar um dintel (verga superior) ligando-as.), elevando nossa percepção.
No terceiro exercício, é importante estar consciente , fazer uma
preparação com alguns minutos de relaxamento, seguidos de respiração
ritmada com um pouco de meditação. Em seguida, aproxime-se o mais
lentamente possível das colunas, como se você estivesse se aproximando
do portão desconhecido para um país oculto - o que você realmente está
fazendo. Perceba claramente o dintel superior enquanto atravessa, e
sinta a mudança de consciência que se opera em você. Pare um pouco além
das colunas e dê um passo para trás, voltando a atravessar, percebendo
as mudanças novamente, e voltando ao seu estado de consciência normal.
Pode ser útil formular um guardião da entrada e uma senha, ou sinal
visual . Se for uma senha, deve ser pronunciada silenciosamente, e ao
dizê-la o portal deve se abrir, dando guia e proteção à você no
outro lado.A senha ou sinal servem para sua segurança pessoal, evitando
interferências de outras entidades e planos.Uma simples fórmula de
cerimonial
Para mostrar de que maneira os diferentes fatores da magia ritual se reúnem
num rito, vamos apresentar agora uma simples fórmula de cerimonial, de
maneira que o estudante possa começar a praticar sem demora. Vamos
supor que o altar se encontre no centro, ladeado pelas colunas , com a
branca à direita e a preta à esquerda. As colunas podem ser imaginadas
se necessário, mas o altar é imprescindível.(ou uma mesa que o
represente, com uma pano branco - pelo menos nessa fase inicial). Os
quatro quadrantes podem ser marcados por quatro cadeiras, viradas para
dentro. Esse é o alicerce de um templo mágico, que pode ser organizado
em qualquer local.
O
processo de crescimento
A partir do simples ato de acender uma vela oriental para indicar que os
poderes do leste estão atuando no templo, você pode progredir até ter
uma espada cerimonial, que será desembainhada no leste e transportada
através do templo para ser colocada sobre o altar. Ou, pode começar
acendendo um incenso. No que diz respeito ao vestuário, você pode começar
com uma roupa comum, até um avental, que reservará para essa
finalidade, até conseguir ter a vestimenta adequada. A forma mais
simples de equipamentos para realizar um ritual pode parecer ridícula,
entretanto aquele que tira maior proveito do pouco que tem pode se sair
melhor do que aquele que encomenda um templo sob medida apenas assinando
um cheque. (lembre-se das bruxas antigas!) A palavra chave nesse caso,
é desenvolvimento, e não apenas o fato de possuir os objetos! Prepare
o primeiro círculo conforme os requisitos. No sentido mais restrito da
palavra, o ritual já começou e isso deve ser feito calma e
dedicadamente. Tire os sapatos e ande de meias, para indicar que você
está preparando uma via interior. Em seguida, vista-se (avental ou a
roupa adequada) e sinta que está vestindo também, a sua personalidade
mágica. Calçando os chinelos compreenda que agora é capaz de trilhar
os caminhos interiores. Já pronto, fique de pé ou parado alguns
minutos no oeste,e depois de alguns simples exercícios de respiração
e relaxamento, visualize o templo como você queria que fosse, em forma
ideal. Algumas pessoas utilizam música, é opcional. O que realmente
importa é o trabalho interior. Vá até o quadrante oriental e a partir
desse ponto, caminhe três vezes ao redor do templo, em sentido horário.
Visualize durante a primeira volta, um halo de luz `a sua volta. Na
segunda volta, esse halo, que, partindo do sul e subindo pelas colunas,
desce, atravessando o norte para subir mais uma vez ao sul. E na
terceira volta, um halo de luz que, subindo do oeste, desce atravessando
o leste e passando sob o templo, volta a subir no oeste.
A
cruz cabalística
Em seguida, vire-se para leste no quadrante oriental e persigne-se com a
cruz, para estabilizar a aura. Diga e proceda assim: "Em Tuas mãos
(com o dedo indicador e médio esticados toque o alto de sua testa) está
o reino (toque o plexo solar) o poder (toque o ombro direito) e a glória
(toque o ombro esquerdo) para toda a eternidade, amém (junte as mãos
sobre o peito)" A visualização que acompanha a cruz cabalística
consiste em visualizar e sentir uma luz branca e brilhante que desce das
alturas e atravessa sua cabeça, chegando aos pés, e prossegue até o
centro da Terra, e depois um feixe de luz igual, de um ombro ao outro,
chegando até os horizontes. Alguns pronunciam palavras em hebraico, o
tradicional idioma mágico, e nesse caso dizem:
"Ateh/ Malkuth/ Ve Geburah/ Ve Gedulah/ Leolahm Amén" É
interessante experimentar de todas as formas.
Ritual
de abertura do pentagrama
Tradicionalmente se utiliza um pentagrama (estrela de cinco pontas) como
lacre astral em cada quadrante. Nesse contexto o número cinco é
importante, pois representa o homem dominando os quatro elementos (o
homem espiritual). O método normal de se traçar um pentagrama no ar
durante a abertura é o seguinte: com os dedos indicador e médio
apontados e o braço estendido, percorra a seqüência 1-2-3-4-5-1.. A
seguir, aponte para a figura e vibre o nome divino apropriado. Vire-se
lentamente para o quadrante seguinte mantendo o braço e os dedos
esticados e visualizando ao mesmo tempo, uma linha luminosa dourada, até
apontar para o quadrante seguinte. Desenhe então o pentagrama. Todo
esse processo serve apenas para preparar uma área de trabalho.
Os
arcanjos dos portões
De frente para o leste, com os braços esticados horizontalmente, em
forma de cruz, pronuncie vibrando:
"Diante de mim, Rafael a oeste, Gabriel ao sul, Miguel ao norte,
Ariel"
A cada vibração, visualize os arcanjos. Pode se incluir também invocações
aos reis elementais : Paralda a leste, Djin ao sul, Nixsa a oeste e Ghob
ao norte e as entidades elementais relacionadas, tais como: Silfos, do
ar, Salamandras, do fogo, Ondinas, da água e Gnomos da terra... Ao invés
de permanecer com os braços abertos, você pode também acender uma
vela ou lamparina de cor apropriada a cada quadrante, e assim por
adiante.
Em seguida, vibram-se as afirmações conclusivas do seguinte teor:
"Ao meu redor, chamejam os pentagramas: Atrás de mim, brilha a
estrela de seis pontas: E acima de minha cabeça está a glória de
Deus, em cujas mãos estão o reino, o poder e a glória, Para toda a
eternidade, amém"
(repetir a cruz cabalística)
Defumação
Depois de abrir o templo, antes do propósito principal do rito, podemos
defumá-lo com incenso, que costuma ficar no quadrante do fogo.Invocação
do Grande Mestre
Pode ser um texto escrito ou apenas uma vibração com seu nome (o do
Mestre), seguido de meditação e visualização sudeste. A identidade
do Grande Mestre é um segredo do templo que não deve ser revelado a
estranhos. É uma figura mitológica, ou bíblica, ou lendária, que
pode representar suas aspirações. O propósito é desenvolver um fortíssimo
contato pessoal com o Grande Mestre.
Declaração
de propósitos
Efetuado o contato com o Grande Mestre, pode-se pronunciar uma declaração
simples, olhando e virando-se para o oeste:
"Eu declaro este templo aberto nos mistérios de (nome do Grande
Mestre) A senha será.....................
E a saudação será o sinal de...................."
A senha é um resumo da tendência dos trabalhos num determinado período,
e pode ser mudada a cada ano, trimestre ou intervalos regulares. Ex:
"Amor vincit omnia" ou "Eu tenho a luz", etc. A
saudação pode concordar com a senha, sendo um gesto estilizado. Apenas
depois de utilizar a palavra e osinal, você abre sua percepção para
novos contatos interiores. São portanto, salvaguardas pessoais, e não
misteriosos segredinhos românticos. A abertura termina com uma declaração
dos propósitos da cerimônia: "O trabalho de hoje será.................."
ou "......a celebração do equinócio..." e por ai adiante.
O
fechamento
Poderemos fechar o templo procedendo da seguinte maneira: " Vamos
fechar o templo. Agradecemos a (Grande Mestre), cuja sabedoria nos
assistiu e cujo poder nos protegeu."
Pode-se dizer de pé, a leste, olhando pára oeste.. Agora vire-se
olhando para o quadrante oriental e execute a cruz cabalística, depois
o ritual do pentagrama de fechamento, que é o mesmo da abertura, só
que a seqüência dos movimentos agora é: 5-1-2-3-4-5.
Os nome divinos são vibrados como antes. Invocam-se os arcanjos, só
que agora visualizados olhando para fora em vez de para dentro.
Quaisquer outras entidades invocadas na abertura devem ser abençoadas e
agradecidas, pedindo que se afastem e todos os símbolos recolocados em
seu lugar. Por fim, dê as 3 voltas invertidas, caminhando em sentido
contrario e finalize batendo com força o pé no chão. Pode se despir,
no oeste ou no norte, com calma. Guarde a mobília ritual com calma também
ou deixa onde está se quiser, até que você termine de registrar suas
impressões sobre o trabalho no seu diário de magia.
O
ANO RITUAL
Um elemento importante num templo mágico efetivo é a constância nos
trabalhos com ele. Importante por dois motivos: primeiro a prática
constante, aperfeiçoa sua própria técnica através da experiência.
Segunda, garante que os símbolos e a atmosfera local permaneçam com
sua energia psíquica. É útil ter um calendário para ritos sazonais
durante o ano. Deve se baseado no ciclo solar de equinócios e solstícios.
Os movimentos da Terra em relação ao Sol resultam em duas datas nas
quais os dias e as noites tem igual duração: são os equinócios da
primavera e do outono, que no hemisfério austral caem em 21/23 de
setembro e 21/23 de março. São esses os dois acontecimentos principais
do ano ritual e com, seu equilíbrio de forças e simbolismo, não
deviam passas despercebidos. Pertencem aos quadrantes oriental e
ocidental do templo. O equinócio de primavera é a celebração da
renovação de todas as coisas, enquanto que o de outono é a celebração
de um encerramento frutífero. Correspondem, respectivamente, à Páscoa
e à Ação de Graças. para as colheitas do ano cristão.
Os
solstícios de verão e inverno
Ocorrem respectivamente em 21/23 de dezembro e 21/23 de junho (hemisfério
austral). O solstício de verão corresponde ao quadrante meridional, é
a celebração da proliferação da vida no meio do verão, da plenitude
paradisíaca, já o solstício de inverno, corresponde ao quadrante
setentrional, é a celebração da semente de novas vidas que germinam
na escuridão e do eventual triunfo da luz, enquanto os dias começam a
se alongar e as noites a encurtar.
CALENDÁRIO
DAS PRINCIPAIS CERIMÔNIAS DO ANO
02 de fevereiro Candelária - o nome antigo é Oimelc, sendo a festa da
purificação da Virgem Maria e da apresentação de Jesus no templo,
que libertou a alma do ancião Simão, que esperava para poder ver a
"Glória Encarnada". Também é uma antiga celebração em
honra de Ísis, em sua forma céltica, associa-se a Brighit e a cerimônia
de lavar a face da Terra. Brighit foi cristianizada como Santa Brígida.
21/23 de março Equinócio de Outono - Como o equinócio de primavera,
é uma festa do equilíbrio das forças. É o tempo para realização física
de idéias.
01 de maio Beltane - ou festa da primavera.
21/23 de junho Solstício de Inverno - ou o dia mais curto e a noite
mais longa do ano. Conhecido também como Yule.
02 de agosto A Festa de Assunção Em 2 de agosto é a festa da Assunção
da Virgem Maria. É um dogma católico relativamente recente, e coincide
com outro antigo festival, o de Ísis, que era anunciado pelo surgimento
de Sírius, a estrela da constelação do Cão Maior, o abridor de
caminhos. Vale considerar que a Virgem Maria é também uma abridora de
caminhos, porque essas celebrações, na mesma data, são mais do que
simples coincidências.
Lammas - também conhecido como Lughnasad, o Deus do Sol.
21/23 de setembro Equinócio de Primavera - Dias e noites iguais.
01 de novembro
Dia de Finados - celebração em homenagem aos mortos. Conhecida como
Samhain, Sowen ou Halloween.
21/23 de dezembro
Solstício de verão - a noite mais curta, o dia mais longo. É possível
trabalharmos com magia sem termos um local físico com objetos e coisas
dentro dele. É possível fazer um ritual dentro de uma catedral, ou ao
ar livre se preferirmos. Muito mais difícil, com certeza, de trabalhar
com armas e símbolos mentais, sem estabelecer a ligação que os
objetos físicos nos proporcionam. De qualquer forma, o que vale é que
dessa forma, continuamos podendo satisfazer um antigo provérbio da
magia: QUERER, SABER, OUSAR, CALAR.
OS
PODERES PLANETÁRIOS
Estamos falando em planetas tradicionais, que são cinco atualmente visíveis
- mercúrio, Vênus, marte, júpiter e saturno, que somam sete, juntando
o sol e a lua, os quais naturalmente não são planetas sob o ponto de
vista astronômico. Entretanto estamos mais interessados na dinâmica
dos mundos interiores do que na organização física dos mundos
materiais, e os planetas tradicionais são convenientes focos simbólicos
para sete tipos de energias de plano interior. Para esse fim, oferecemos
um plano alternativo de círculo mágico ou templo, em forma de
hexagrama, ou a estrela de Davi, no qual estão assinaladas as potências
planetárias. Os estudantes de Cabala logo reconhecerão que esse
desenho deriva da Árvore da Vida, com Saturno na posição de Daat,
assumindo os poderes do excelso Sefirot, enquanto a Lua, em Iesod, também
incorpora os poderes da Terra de Malkuth. Embora não seja essencial,
algum conhecimento da Árvore da Vida cabalística seria bom, ajudando
bastante. Se nos colocarmos no centro desse templo, estaremos no ponto
do Sol central, ao redor do qual revolvem os outros planetas (a Lua gira
ao redor do Sol por ser um satélite da Terra). Recomendamos a invocação
dos poderes planetários do templo no contexto geral do templo
elemental, pois as forças planetárias são apenas especificações dos
poderes elementais mais generalizados da Terra, através dos quais todas
as força extraterrestres devem se manifestar antes que as possamos
perceber.
UM
RITO COM FORÇAS PLANETÁRIAS
Após a abertura do templo elemental como de costume, com o ritual de
abertura do pentagrama, podemos continuar e celebrar um rito com forças
planetárias, com suas configurações sobrepostas às elementais. Como
exemplo, vamos supor que queremos consagrar uma bola de cristal para
aumentar sua capacidade de produzir visões psíquicas. Ao concluir a
abertura, fazemos a declaração de intenção do rito. A bola de
cristal deve se encontrar no oeste, pois os assuntos psíquicos estão
relacionados com a Lua. A bola pode ser colocada sobre um espelho de
prata e coberta com um pano roxo antes do começo desse rito; o espelho
poderá estar dividido em nove secções radiais ou de outro tipo, ou de
maneira a representar nove facetas. Todos esses detalhes dependem da
imaginação criativa e do talento do operador, considerando-se as
correspondências planetárias especiais, que veremos em seguida.
A
respiração pela fontanela
É feita da seguinte maneira: mantendo uma respiração profunda,
constante, regulada para uma contagem de 1 a 4, concentre-se, durante
uma inspiração, mentalizando uma luz branca acima da cabeça, enquanto
você solta o ar, puxe a para baixo, através do eixo central do corpo,
para cima, até a cima da cabeça,e ao soltar o ar, projete-a como um
chafariz de luz (branca ou de cor apropriada para o trabalho), que cai
ao redor do templo, impregnando a atmosfera psíquica. Fazendo assim,
encha o templo com uma luz roxa. Nesses caso, pode-se fazer orações a
Deus, para que interceda e com a guia do arcanjo Gabriel e das falanges
de anjos a seu comando, a bola de cristal possa ser usada de maneira sábia
e eficiente. Como parte do ritual, podemos defumar a bola nove vezes com
o incensório, queimando incenso apropriado. Ou dar nove voltas ao redor
do templo.Reações fisiológicas
Um ritual de grande poder pode produzir reações fisiológicas, tais
como batimento cardíaco acelerado, dificuldade em manter o equilíbrio
e comichão ou formigamento em algumas partes do corpo. Aprende-se a
controlar estas emoções, mas elas dificilmente acontecerão com um
aprendiz solitário, que em geral, não consegue produzir grandes forças.
No fim do ritual, de graças a Deus e ao arcanjo, as falanges de anjos e
outras entidades envolvidas, antes do encerramento. Tais agradecimentos
devem ser sinceramente sentidos, não uma ladainha vazia.
Material
mitológico e lendário
Para tornar a magia eficiente, devemos ter um bom conhecimento da
mitologia e das lendas. Os principiantes podem ficar indecisos entre
atribuir um trevo de quatro folhas a Vênus (porque é verde) ou a Júpiter
(porque tem quatro folhas). Qualquer das duas correspondências pode
servir. A seguir, uma lista dos planetas e de suas atribuições
particulares:
SOL
- A vida e a luz em geral. Como fonte de luz e de calor,e centro do
sistema planetário em termos astronômicos, as operações do Sol
ajudam a restabelecer o equilíbrio, a harmonia, o bem-estar, e ajudam
no crescimento das coisas.
LUA - O lado interior das coisas, as visões psíquicas, os sonhos, o
sistema neurovegetativo. Além de provocar as marés dos oceanos, também
se relaciona com as marés psíquicas interiores, com o fluxo e o
refluxo, e os ciclos da vida natural. Sua natureza reflexiva se
relaciona também com o psiquismo e a clarividência.
MERCÚRIO - Tem a ver com todas as coisas de natureza intelectual, ler,
escrever, estudos, livros, etc. Também com os negócios e comércio e,
ainda, ciência e tecnologia (que inclui a magia). Comunicações em
geral, por escrito, pela eletrônica e pela viagem física. A astúcia e
habilidade, levadas a extremos, podem resultar em algum desvio e até
desonestidade, ou então, sofisticação intelectual, o que é chato do
mesmo jeito.
MARTE
- Tem a ver com análise, comprovação, justiça, processos, disputas e
contendas. Entretanto é errado vê-lo como símbolo de confronto,
basicamente é uma esfera de energia, de natureza pioneira, aventureira
e iniciatória. A agricultura, a jardinagem, os alimentos e o meio de
vida também entram em seu âmbito. Isso se refere também ao risco, que
elimina as tensões, mostrando o lado positivo da natureza destrutiva de
Marte. Um outro campo que sofre sua influência é o da cirurgia.
JÚPITER - A esfera da ordem, da organização e do governo, o trabalho
perfeito de uma máquina, que pode ser administrativa, mecânica ou biológica,
ou qualquer outra forma de cooperação de partes em prol de algo em
comum. Trabalho de equipe e hierarquia, como também fraternidade e
amizade completam o quadro.
SATURNO - Muitas vezes Saturno (como Marte) é mal entendido por causa
de uma ênfase em seus aspectos menos atraentes, e sua influência é
considerada restritiva. É um análogo mais elevado das quantidades
terrestres - uma concretização e realização de planos, ou concretização
e realização de energia em forma de riqueza, dinheiro, terras, etc. (o
que pode ter um efeito restritivo, porque impõe certas
responsabilidades!). Também representa sabedoria mais elevada e intuição,
que são concretizações da vontade do espírito, o impulso básico e o
motivo divino de cada homem ou mulher.
Na tabela a seguir, a primeira linha indica o número, a cor, o metal, o
incenso, a pedra preciosa e o signo do zodíaco apropriado. Em seguida,
algumas divindades representativas, egípcias(E), gregas (G), romanas(R)
ou nórdicas(N). Depois, o arcanjo cabalístico(A) e a falange
angelical(F). Para mais material, aconselho a consultar um manual sobre
a Árvore da Vida, pois esta lista está muito longe de ser completa.
SOL - 6 - amarelo - ouro - olíbano - diamante - leão. (E) Ra (G)Éaco,
Apólo, Adonis (R ) Baco, Aurora (N) Baldur (A) Rafael (F) Malaquim,
ReisLUA - 9 - púrpura - prata - jasmin - cânfora - pérola - pedra da
lua - câncer. (E) Shu, Isis (G) Diana,Artêmis, Hécate, Selene, Perséfone.
(A) Gabriel (F) Querubim, Os Fortes.
MERCÚRIO - 8 - laranja - mercúrio - stórax - mastique - opala -ágata
- gêmeos, virgem. (E) Toth, Anúbis (G) Hermes, os Sióscuros, Apólo
de Pítias ( R ) Mercúrio (N) Loki, Odin
VÊNUS - 7 - verde - cobre - sândalo - esmeralda - touro - libra. (E)
Hathor (G) Afrodite, Nikê (R ) Vênus (N) Friga (A) Haniel (F) Elohim,
Os Criativos
MARTE - 5 - vermelho - ferro- sangue de dragão, tabaco -rubi, jaspe -
áries, escorpião. (E) Hórus, o vingador (G) Ares, Hades, Atena, Pã,
Príapo ( R) Marte (N) Thor (A) Khamael (F) Serafim, Serpentes de Fogo
JÚPITER - 4 - azul -zinco - cedro - safira, ametista - peixes, sagitário
(E) Amon (G) Zeus, Possêidon ( R)Jove, Netuno (N) Wotan (A) Tzadakiel
(F) Hasmalin, Os Esplendorosos
SATURNO - 3 -anil - chumbo, barro - mirra , azeviche - safira estrelada
- aquário, capricórnio. (E) Néftis, Osíris (G) Cronos, Plutão (A)
Tzadakiel (F) Aralim, Tronos. OBS.:
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