A HISTÓRIA DA O.F.M.C.D.


Uma Ordem ou Loja de caráter puramente mágicka e mística foi fundada em 1840 em Munique por maçons que eram ricos industriais alemães e outros cidadãos bem situados financeiramente.

A intenção da Ordem é trabalhar com o domínio sobre forças da natureza, deuses planetários, anjos e demônios, seres elementais, onde os membros são orientados a efetivar uma aliança com tais forças espirituais, para obter aumento da percepção, da influência, do poder e fortuna pessoal.

Ao trazermos a tona a nossa Organização com seus textos, rituais e fatos, isto provocou, já na sua apresentação, um grande tumulto e perturbação. Mas este será o nosso fito, trazer a verdade à luz. Precisamos ter a consciência de toda a amplitude das ações ocultas. O fato disso não ser do interesse de diversas sociedades mágicas não é nosso problema. Estamos no início de um novo milênio. A Era de Aquário nos recebe e abraça a todos os sinceros estudantes do Oculto. Está na hora de acabarmos com as “falsas sociedades secretas ou discretas” e com os atos ditos herméticos, porém desprovidos de conhecimento ou verdade.

É muito difícil para um membro de uma Ordem, que lá fica por anos a fio, para depois descobrir que não chegou a lugar algum. Ou ainda alguns que querem pompa e que deveriam mudar o nome de sua organização para “Sociedade dos Amigos do Bairro”, ou coisa parecida. A humanidade está crua e parece ainda nessa nova era querer fechar os olhos para verdade. A corrupção assola os governos do mundo. O homem tem seu livre arbítrio que lhe permite decidir qual é o melhor caminho, e precisa ter acesso à criação como um todo, e entender! Políticas secretas, sociedades veladas e lideranças mundiais ocultas devem continuar a doutrinar a humanidade escrava, porém, jamais os reis donos de sua vontade e destino.

Nossa Ordem apresenta o ramo de uma irmandade secreta mágico-mística em termos do conhecimento, porém, completa na totalidade de seu trabalho. Seremos testemunhas de rituais críticos, de um simbolismo profundo de iniciação e de chaves secretas de decifração. A Ordem Franco-Maçônica da Centúria Dourada é um exemplo de uma assim chamada loja 99, mas ela não foi nem é a única.

Existem muitas outras Ordens Secretas desse tipo, mas com objetivos diversos ou até mesmo perniciosos a humanidade. Algumas perseguem metas meramente de libertação de necessidades materiais, outras até política mundial, poucas, porém trabalham somente em sua própria evolução espiritual. Muitas dentre elas são marionetes de instâncias superiores, usadas por Poderes que as conduzem e dirigem. Essas irmandades secretas emanam uma fascinação peculiar. Elas trabalham e agem nos bastidores e parecem manter as rédeas. Geralmente elas são extremamente abastadas, de boa situação e possuem tudo o que poderiam desejar, do ponto de vista material. Mas o preço que se paga por isso é bem mais elevado do que eles mesmos poderiam ter consciência. Renunciam à própria vontade e destroem o poder das suas individualidades. Transformam-se em brinquedos das ações dos poderosos. Nossos ensinamentos não existem só para os membros, estes deverão ser também guias para os que estão do lado de fora. Para o “despertar” de uns e outros. Para fazê-los reconhecer a semelhança de alguns procedimentos nas organizações. Vocês precisam reencontrar a liberdade de suas vontades e virar o espeto. Os tiranos mundiais, os políticos corruptos, sejam eles ocultos ou não, não mais nos submeteremos, nós é que devemos submetê-los a nossa Vontade Mágica!

A Ordem Franco-Maçônica da Centúria Dourada é uma ordem mágica legendária e temida, que, um pouco distante dos objetivos da maçonaria regular, apesar de servir de uma forma muito peculiar aos ideais mais elevados de humanidade, representando a cura do lado obscuro das Organizações Esotéricas em geral, não tendo nada em comum com seu modo de pensar.

Os manuscritos da Ordem Franco-Maçônica da Centúria Dourada foram mantidos em segredo por muitos anos, trancados em arquivos empoeirados, e não deveriam ser trazidos à luz do dia por pessoas fúteis ou tolas. Mas por obra do destino eles caíram em minhas mãos, e diante de mim se revelou um compêndio de sabedoria mágica, de grandes e desconhecidos rituais e sigilos críticos.

Para mim, no mínimo um motivo a mais para prosseguir na revelação da verdade. Antes de entrar na história da Ordem Franco-Maçônica da Centúria Dourada, quero mencionar ainda que a preocupação com o lado obscuro do poder, o assim chamado cerne negativo do espírito do homem, é no mínimo uma parte tão importante na própria evolução quanto o envolvimento com os aspectos luminosos. Toda moeda tem dois lados, e se faltasse um dos lados à moeda seria um objeto inútil. Aquele que não conhece seu próprio lado obscuro, e que pelo menos uma vez na vida não penetrou nas profundezas do abismo negro da própria alma, também não terá acesso à chave das esferas superiores do amor e da luz.

Todos juntos, os irmãos da O.F.M.C.D. têm em média grandes talentos mágicos, que usados de forma equilibrada e dosada entre as forças da luz e das sombras, podem se tornar arautos e pontos de referência da magia ocidental. A liberação das necessidades materiais e a capacidade para os próprios desenvolvimentos espirituais é o que se espera do novo membro da O.F.M.C.D.

Provavelmente todo o conjunto do material da Ordem estaria perdido para sempre, se não tivéssemos nos dado ao trabalho de explorar os documentos da Ordem e revive-los de forma sensata e segura.

A O.F.M.C.D. foi fundada no ano de 1840 em Munique, como uma liga de homens, com pessoas da política e das altas finanças, assim como industriais e homens de negócios abastados. Todos deveriam ter, além da riqueza, um potencial mágico e esotérico excepcional. Devia ter conhecimentos e um grande patrimônio, possuir um cargo influente na vida pública e provar ter aptidões em diversas disciplinas mágicas. Muitos membros da O.F.M.C.D. eram maçons de graus elevados na maçonaria regular. Uma condição básica de aceitação era ser membro da maçonaria vermelha, assim como ter uma graduação elevada em alguma loja mágica reconhecida. Teriam existido ao todo 99 lojas diversas espalhadas pela terra, das quais supostamente Adolf Hitler quis saber, aplicando terríveis torturas a Franz Bardon. 

A tese de que o próprio Adolf Hitler teria sido membro da O.F.M.C.D. é falsa. Um simples boato. Como a O.F.M.C.D. perseguia suas próprias metas, não quis se submeter à Sociedade Thule, jamais teria se ligado a ela.

A Ordem Franco-Maçônica da Centúria Dourada, uma Ordem poderosa, foi definitivamente abatida por uma máquina de poder ainda mais violenta, a do Terceiro Reich. Finalmente a Sociedade Thule, que na época manipulava todos os cordões mágicos, não aceitou um agrupamento paralelo, de ações independentes e metas próprias. A maioria dos irmãos de loja foi abatida como oficiais de alta patente do exército alemão, ou morta no bombardeio dos ataques aéreos ingleses e americanos. Outros se ligaram aos aliados. O último grão-mestre conhecido da Ordem Franco-Maçônica da Centúria Dourada, que assumira a loja em 1934, foi levado, em 1940, ao campo de concentração em Buchenwald onde encontraria seu suposto fim na câmara de gás. Mas parece que algo deu errado. O posto de serviço da S.S. passou adiante o seu protocolo para o Departamento Superior de Segurança do Reich. Nesse protocolo se confirmava que depois da emissão de gases para execução do grão-mestre a câmara de gás foi encontrada vazia. Tudo indicava que o Grão Mestre se servira de seus poderes mágicos para sair ileso da câmara de gás.

Dois anos depois do final da Segunda Guerra Mundial, portanto em 1947, oito irmãos se encontraram novamente em Munique, e fundaram novamente a Ordem Franco-maçônica da Centúria Dourada, no antigo local da loja do O.F.M.C.D.

 

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