
O calendário lunar
caiu em desuso no tempo do Império Romano. Julio César, imperador Romano, Com
a ajuda de astrônomos egípcios de Alexandria, criou o calendário Juliano, que
se deriva de seu nome. César, guiando-se pela rotação solar, fixou a duração
do ano em 365 ¼ dias e decretou que cada quatro anos o ano teria 366 dias (Pois
a cada 4 anos, o quarto de dia que não era contado nos anos anteriores formava
um dia completo e assim a contagem ficaria correta – concluiu César). Este
calendário passou a ser usado a partir do ano
Na Suméria e na Assíria, organizou-se o ano baseado nas 12 revoluções lunares – 345 dias – que se aproximava a uma rotação solar de 365 dias. A gradual, mas crescente discrepância entre os dois necessitava uma correção. Na Babilônia acrescentou-se um mês. O calendário egípcio também teve que ser retificado. O ano começava com a ascensão da estrela Sírius, que coincidia com a inundação do Vale do Nilo. Mas este sistema tinha um senão, já que a cada quatro anos Sírius aparece um dia mais tarde. Os gregos introduziram oficialmente três meses adicionais, cada vez que o ciclo lunar se defasava, ainda que muitas pessoas possuíam calendários privados, que resultavam em que quando para uns era terça-feira, para outros era sexta. Os romanos foram os primeiros em afrontar o problema com seriedade, instituindo o calendário Juliano, baseado na rotação solar.
O calendário que usamos hoje se chama Calendário Gregoriano. O Papa Gregório XIII percebendo um erro de cálculo no Calendário Juliano, que demonstrou estar defasado 11 minutos e 14 segundos por ano, em relação ao Sol, produzindo um erro de um dia, cada 129 anos, decretou a supressão de 10 dias em 1582. O dia 4 de Outubro foi seguido pelo dia 15. Além disso, omitiu-se o dia extra dos anos bissextos, em todos os anos de princípio de século, exceto nos múltiplos de 400 O Papa Gregório XIII, ao adotar esta medida tinha a intenção de determinar o dia da celebração da Páscoa Florida. Esta reforma foi muito impopular e não foi aceita na Grã Bretanha até 1752, na Rússia até 1918 e até 1923 na Grécia.
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