Goethe Tempo de Viver Pacto & Iniciação Vida,Tempo e Dinh. Salomão Escuridão e Luz Quem? Desmistificando Mistérios Os escravos Só depende de vc Revelações Época Fantástica! Sorte no Jogo Mente Aberta A Natureza da Alma Curso Básico de Magia
A Sagrada Ordem da Estrela de Prata A:.A:. Nosso método é a Ciência. Faz o que tu queres há de ser tudo da Lei  A A.'.A.'. - Ordem da Estrela de Prata é a Ordem interna da Grande Fraternidade Branca, que  está composta pela Rosa Cruz e pela Aurora Dourada. A A.'.A.'. traz a idéia de que a idéia  completa sobre o significado da Arte Mágicka é permitir ao magista influir no reino que está por  trás das aparências, para que finalmente possa transformar essas aparências. Em outras  palavras é poder "causar mudanças na conformidade com a sua vontade". Para que possa obter  êxito nessa Sagrada Obra, ele precisará estar  bem familiarizado com a com a natureza e a  geografia do universo sutil interior. Os meus cumprimentos e saudações a todos os irmãos e  irmãs de nossa Sagrada Ordem, e a você que revê a possibilidade de se regozijar numa nova lei  de liberdade, e que, por essa lei,  grandes serão os feitos se realmente vivenciar o novo alvorecer  dourado, para viver como homens e mulheres livres desde a Terra até os confins do Universo e  para compreender os mistérios mais profundos da vida.  É agora nossa responsabilidade entregar a vocês o conhecimento e a introspecção a respeito de  nosso livro sagrado do Novo Aeon, onde você descobrirá, que ele é nosso talismã supremo e a  ligação mágicka à liberdade. O que demonstraremos agora é uma compreensão maior da Nova  Lei de Thélema que o Livro da Lei anuncia como regra de vida, um código de conduta digno que  você poderá alcançar a totalidade de nossa Magia(k) pelo poder da vontade e em nome do  Senhor Coroado e Conquistador do Novo Æon.  É primeiramente necessário, meus caros irmãos e irmãs, comunicar a vocês um breve relato da  história do Livro da Lei. O Livro da Lei (chamado Liber Al vel Legis na língua latina), foi ditado  a Aleister Crowley por uma inteligência Praeter-humana denominada Aiwass, entre 12 e 13 horas de 08 à 10 de abril, no ano de 1904 e.v. O Livro da Lei anuncia à humanidade o Novo Aeon de  Hórus, que começava no equinócio vernal de março, 1904 e.v., e que permanecerá por um  período de 2.000 anos. Após a obtenção do Livro, Crowley concluiu de imediato que o Livro da  Lei não tinha valor algum e no curso do tempo perdeu simplesmente o manuscrito original.  Cinco anos após sua obtenção, o manuscrito reapareceu e inevitavelmente, sem a intenção  consciente de fazê-lo, Crowley começou a estudar e compreender a sabedoria revolucionária  deste Livro. Reconheceu inevitavelmente o Livro da Lei como a carta patente suprema à  liberdade universal, por que a humanidade poderia assim passar de uma etapa para outra,   escada acima da evolução, alcançando a Grande Obra do Verdadeiro  Adepto da Magia(k) da  Luz.   Aiwass, o anjo que ditou o Livro da Lei, se definiu como "o ministro de Hoor-Paar-Kraat". Hoor-  Paar-Kraat, chamado Harpócrates no idioma grego, é o deus egípcio do silêncio. Representa o  "self" secreto de cada homem e de cada mulher, isto é, seu "eu silente" ou Sagrado Anjo  Guardião. A compreensão verdadeira deste "eu silente" é a chave universal de cada mistério da  Magia(k) e do misticismo. Hoor-Paar-Kraat, quando manifestado, aparece na fórmula ativa de  Ra-Hoor-Khuit, gêmeo da criança coroada e conquistadora da força e do fogo. Hoor-Paar-Kraat  é o senhor do silêncio, visto que o Ra-Hoor-Khuit é o senhor da palavra. E o Heru-Ra-Ha é o  nome verdadeiro dessa grande unidade que é representada por estes gêmeos do Novo Aeon de  Hórus.    Crowley veio identificar Aiwass como um dos chefes secretos da terceira Ordem da Astrum  Argentum (Estrela de Prata), uma entidade desencarnada de inteligência e poder sobre-humano.  A terceira Ordem da A.'.A.'. é a Ordem invisível suprema do universo, e Aiwass é o mensageiro  principal dessa Ordem Sagrada neste estágio de nossa evolução. O deus simbólico da terceira  Ordem é Hoor-Paar-Kraat, senhor do silêncio. Hoor-Paar-Kraat é o bebê no ovo azul, ou a  criança coroada acima do lótus, e é um símbolo universal do Sagrado Anjo Guardião. É o deus  virginal dentro de quem representa a inocência verdadeira. Sua letra no alfabeto angélico antigo  é Aleph e é o tolo de Atu 0 do Tarô que representa o espírito livre da vida.   O Livro da Lei é uma revelação de importância fundamental para a Ordem da A.'.A.'.; é a ligação  suprema a Grande Fraternidade Branca, porque nós podemos participar do conhecimento e da  Grande Obra da A.'.A.'., nos tornando uma das crianças dessa Augusta Ordem, para preencher  nossas almas com a sabedoria celestial, e para receber o beijo divino das estrelas, onde  poderemos experimentar o êxtase supremo da iluminação. A A.'.A.'., ou Grande Fraternidade  Branca, é um corpo de seres elevados que estão comprometidos a servir a humanidade. O Livro  da Lei se originou do Santuário Interior da Sagrada Ordem da A.'.A.'., e da lei de Thelema como  já expomos, e o Livro da Lei é a verdadeira emanação da A.'.A.'., de que nós de Thelema  aceitamos como uma Lei Universal, que reza que cada homem e cada mulher deve buscar a  maestria em em seu próprio interior. A A.'.A.'. é dedicada aos trabalhos de Iluminismo  científico, cujo método é a ciência e cujo o alvo é busca religião isenta da fé cega.  abraçando e  divulgando a Lei de Thélema e procura estender essa Lei no mundo, para compreensão do  Reinado de Hórus na Terra. Assim nós transformamos o velho templo em um Novo Templo para  Hórus assentar em seu trono, fazendo com que seu reino possa prevalecer e emancipar  espiritualmente a terra, e que o trabalho da A.'.A.'. possa ser realizado com este fim. O Livro da  Lei contém três capítulos que são comunicações sagradas de três deuses egípcios chamados  Nuit, Hadit, e Ra-Hoor-Khuit. O primeiro capítulo é a voz de Nuit, nossa senhora do céu  estrelado -- Deusa das Estrelas; o segundo capítulo é a voz de Hadit, a flama que queima em  cada coração do homem e da mulher e no núcleo de cada estrela; e o terceiro capítulo é a voz de  Ra-Hoor-Kuit, a criança de Nuit e de Hadit, Senhor Coroado e Conquistador do nosso Aeon.   Nuit pode ser definida como o espaço, a extensão infinita ou a matéria em seu sentido  metafísico mais profundo. Hadit pode ser definido como aquele que ocupa o espaço, a contração  infinita, o movimento eterno ou a energia. Nuit é a expansão infinita da Rosa e Hadit é a  contração infinita da Cruz. Ra-Hoor-Khuit é o produto que interpõe estas duas infinidades que  dão o nascimento ao finito.   No simbolismo mágico da Ordem, o círculo simboliza Nuit e a cruz simboliza Hadit. A união do  círculo e da cruz é a realização da Grande Obra. O duplo-símbolo da cruz dentro do círculo é o  grifo oculto apropriado de Ra-Hoor-Khuit. Este duplo-símbolo do círculo e da cruz é o mesmo  que o símbolo Rosacruciano da Rosa e da Cruz, do Sol e da Lua conjugados em nossa Ordem  Sagrada atingida na esfera da Cabala Crística de Tiphareth. No Livro da Lei, o círculo e a cruz  são Cabalisticamente indicados nas palavras mágicas COPH NIA do capítulo III, verso 72. COPH  é a cruz e NIA é o círculo.   A mensagem principal do Livro da Lei é a Lei de Thélema, isto é, "Faz a tua Vontade". Este é  nosso código de conduta perfeito, nosso meio de realizar a Grande Obra na mais absoluta  liberdade regida pelo Amor como sentimento mais sublime e elevado - o Amor sob vontade. De  acordo com esta nova lei, que não rege nenhum sentido físico ou código de conduta moral, ela  apenas diz que nós devemos agora assumir a responsabilidade completa de nossos atos e  avançar para a frente em liberdade, realizar e perseguir nossos próprios projetos de vida até a  realização final - a realização suprema de nosso verdadeiro "Eu Superior".   Nós devemos nos desenvolver e nos realizarmos por nossa Verdadeira Vontade; para atingirmos  nossa Verdadeira Vontade devemos colocar nosso "Eu Superior" em ação; é o aspecto dinâmico  de nossas naturezas verdadeiras, por que a maioria de nós se rende aos véus escuros que cegam  à verdade magnífica em seu interior. Até que façamos um auto-exame de nossas  responsabilidades como seres humanos, não compreendemos de fato nossa Verdadeira Vontade,  assim, nós estaremos limitados a tarefa elevada de estabelecer a Lei de Thélema sob a Terra,  pois, como novatos, nós estamos ainda limitados a realizar. Mas se nós fizermos exame de  responsabilidade por nossas vidas, e cultivarmos o amor e a liberdade pela aplicação apropriada  da Lei de Thélema, então nossa vontade estabelecerá essa Lei Interior, porque de tal maneira  nós estaremos vivendo em harmonia com a Vontade do Universo, movendo-se com uma  corrente, que nos une com o Todo na alegria e na harmonia perfeita.   Nós de Thélema devemos ser fortes e buscar a sabedoria que rege nossa Verdadeira Vontade;  somente então, nós poderemos agir com a Sabedoria de Salomão. Falharão aqueles que  deixarem se dominar pelo medo. Conseqüentemente nós devemos sem medo, nos exaltarmos na  força e na liberdade, para fazer cumprir nossa Verdadeira Vontade de maneira enérgica e  resistente. Esta é nossa Sagrada Tarefa de trazer a humanidade ainda que de forma lenta à  perfeição suprema, e por qual nós participamos na Ordem Cósmica do Céu Infinito da Deusa  Nuit. Quando nós estamos realizando nossa Verdadeira Vontade, não há nada que pode nos impedir  de ir adiante com energia infatigável e êxtase infinito em nosso curso escolhido pelo esforço; nós  estamos livres a interpretar cada fenômeno como uma parte essencial de nossa verdadeira  vontade; nós podemos usar cada força do universo a servir a nossos meios realizar a Grande  Obra; nós podemos usar todo o ato conseguido por nossa extremidade mágica, contudo,  tudo  isto sem a ânsia de resultado. No Livro da Lei, I: 42-44, é proclamado por nossa senhora Nuit:  "42.Deixe estar aquele estado de multiplicidade: atado e repugnante. Assim com tudo seu; tu  não tens direito a não ser fazer tua vontade.   43. Faze isto, e nenhum outro dirá não.   44. Pois vontade pura, desembaraçada de propósito, livre da ânsia de resultado, é toda via  perfeita."    Gravem isto em seus corações, meus caros irmãos e irmãs, nas letras pulsantes e penetrantes do  fogo sublime que o guiarão certamente, para iluminação em sua vida com liberdade!   No livro da lei, II: 30-31, indica-se mais mais, sob a figura de nosso senhor Hadit:  "30. Se a Vontade para e clama Por quê, invocando Porque, então a Vontade para & nada faz.   31. Se o Poder pergunta por quê, então o Poder é fraqueza."  Nós não devemos obstruir nossas naturezas verdadeiras através de indulgências em pontos  inúteis da filosofia; nós não devemos permitir a razão desprovida de lógica, interferir com o  curso livre de nossas naturezas  verdadeiras. Nós devemos ir adiante na liberdade fazer nossa  vontade verdadeira, com confiança completa para realizar a tarefa sublime a nós designada,  quando encarnamos na Terra. É o ato de um homem tolo perguntar porque uma estrela cadente  viaja em sua órbita indefinida. É como tentar descobrir a razão para a existência dela mesma! É  um absurdo filosófico e um mero desperdício mental, que conduz inevitável confusão e a  desordem.   O Livro da Lei proclama também, sob figura de nossa senhora Nuit: o "Amor é a lei, amor sob  vontade." Isto define mais a natureza de "fazer tua vontade", que é tudo da Lei. A lei é o amor e  amar é unir-se. Nós devemos nos unirmos passionalmente com a natureza de todas as coisas, e  desse modo nós aniquilaremos o nosso falso sentido de separação do Universo; nós devemos  aceitar tudo e tentar compreender a natureza de todas as coisas e seres sem interferir em sua  órbita, como um dos elementos de nossa própria natureza. Não é apontando os erros que  faremos as pessoas exaltarem suas virtudes. Fazer a sua  vontade verdadeira é um ato  sacramental de amor; é unir-se com o universo, com todo o infinito. É toda a fórmula da  mudança pela dedicação sacramental da vontade, e a dissolução sacramental do "Ego" no  universo. A natureza de nossa vontade é amor, mas é necessário compreender que este amor de  que nós falamos é como a flor dourada de nossa vontade, o fruto sagrada de nossa aspiração  mais pura para realizar a Grande Obra, sem ânsia de resultado. Não sermos senhores de nossa  vontade, é apagar a criança de nosso ser, o produto de união com uma das possibilidades  infinitas de nossa senhora Nuit.    O amor deve ser dirigido de forma mágica; deve ser o amor da serpente de Liber Legis, I: 57.  "57. Invoque-me sob minhas estrelas! Amor é a lei, amor sob vontade. Que nem os tolos  confundam o amor; porque há amor e amor. Há a pomba, e há a serpente. Escolhei vós bem! Ele,  meu profeta escolheu, conhecendo a lei da fortaleza, e o grande mistério da Casa de Deus. Todas  estas velhas letras do meu Livro estão corretas; mas não é a Estrela. Isto também é secreto: meu  profeta o revelará aos sábios."   Cada ato de amor deve ser sob vontade, isto é, de acordo com sua verdadeira vontade. Esta é a  maneira excelente de buscar o infinito, por que nós somos parte do sacramento do vinho que é o  sangue do Sol no cálice do Santo Graal do amor. Pela aplicação apropriada da lei do amor -- sob  vontade -- nós beberemos do vinho delicioso do Sabbath dos Adeptos, por que nós buscamos o  prazer no êxtase Místico das estrelas. Que prazer pode ser maior do que este, beber o vinho que  é a vida de nosso Sol, para se tornar o próprio Sol, centros radiantes da luz, vida, amor e  liberdade?  Thelema é a palavra grega para a vontade. -- como Ágape, a palavra grega para o amor -- e tem o  valor numérico de 93. Aiwaz (Aiwass) tem também o valor numérico de 93. De acordo com a  ciência de Cabalística de Gematria, as palavras que têm o mesmo valor numérico são descrições  ou são indicações de um único fenômeno. Thelema é "Faz o que tu queres há de ser tudo da Lei";  Ágape é "Amor é a lei, amor sob vontade." Aiwass é o anjo mensageiro de Thélema -- a nova lei  da vontade e do amor. Esta nova lei é o único mandamento da natureza; é nossa lei de liberdade,  por que nós nos aperfeiçoamos na sua natureza, para realizarmos nossa verdadeira vontade. Nós  se todos aprendermos a aplicar esta lei a cada problema nosso na vida e determinarmos nossa  ação ou conduta de acordo com eles. A aplicação apropriada desta lei aumenta nossa eficiência  em todos os níveis de existência e nos oferece o preenchimento completo de todas as aspirações  espirituais e materiais verdadeiras. Por sua aplicação nós podemos vir a compreender nossas  próprias naturezas verdadeiras, e expressar em nossas vidas a vontade criativa de nossos seres,  para trazer a alegria e a vitória ao nosso meio.    No livro da lei, I: 3. é proclamado por Nuit: "cada homem e cada mulher é uma estrela." Nós  somos tudo, centros individuais do infinito, cada um com sua própria órbita original e essencial  a perseguir na ordem cósmica. Nós somos livres de todos os padrões e códigos; nós devemos  existir por nossa própria luz verdadeira nesta maneira ilustre da liberdade. Nós devemos  calcular nossas próprias órbitas, e transcender todos os fenômenos acidentais. Nós devemos ir  adiante de nossos pesados véus grossos de ignorância e escuridão que nos cegam à verdade, e  nos levantarmos acima do muro que atrapalha a visão de nossa mente, realizando nossa vontade  com todo o êxtase e prazer. A liberdade é agora a uma lei da vida; cada homem e cada mulher  devem agora estar livres para realizar seu próprio destino em busca do seu "Eu Sagrado" e  fazendo florescer sua própria verdadeira vontade.   A liberdade é o poder determinar seu próprio trajeto na sua vontade; é seu autocontrole e a  emancipação perfeita que nos desviará dos falsos caminhos que nos conduzem na escuridão do  astral da ignorância e da fraqueza do escravo. Quando nós nos fortificamos pela Liberdade, nós  podemos nos formar de acordo com nossa própria verdadeira vontade. Nós faremos então nosso  próprio progresso e poder, como centros independentes de nosso próprio universo. A liberdade  é cacho adocicado de uva dos deuses, que nós necessitamos para prosseguir com maestria no  trabalho da nossa Arte Real da Magia(k) da Luz.   A doutrina mágica do Livro da Lei afirma que cada homem e cada mulher tem um curso  apropriado na vida -- uma vontade verdadeira -- apenas porque cada estrela tem sua própria  órbita, e que o dever de cada pessoa deve perseguir seu próprio curso, apenas como cada estrela  deve se mover em sua própria órbita. Indica mais, que nós não temos nenhum direito a não ser  realizar nossa verdadeira vontade; e que todo o desvio deste caminho é uma violação direta da  Lei de Thélema que é a Lei da Liberdade. Se nós todos fizéssemos nossa verdadeira vontade, não  haveria nenhum conflito, e nenhuma interferência com outra órbita. Todo ato que não estiver  em harmonia vontade regida pelo amor é um empecilho a liberdade individual. Conhecer nossa  verdadeira vontade e cumpri-la com impecabilidade, sem ânsia de resultado deve ser nosso  objetivo. Cada ato deve ser um sacramento a Nuit, um ritual do amor sob vontade. Nós não  devemos nos restringir ou reprimir qualquer parte de nossa verdadeira natureza; ao contrário,  nós devemos ser livres ao revelarmos e nos regozijarmos em tudo que nós somos, devotando  cada parte de nossa natureza à tarefa suprema de cumprir nossa verdadeira missão sagrada.   Como novatos de Thelema, somos dedicados à tarefa essencial de estender a nova lei no mundo,  para ajudar desenvolver uma nova raça de homens e mulheres livres que consagrarão essa lei  regida pelo amor universal.    O Livro da Lei contém 220 versos ao todo. 220 = 10 x 22. Há 10 Sephiroth e 22 caminhos na  árvore cabalística da vida. A árvore da vida é um diagrama científico de várias forças  macrocósmicas e microcósmicas que governam o universo. É a Cabala o grifo universal. Assim  no Livro da Lei é contido os mistérios do tudo. Além disso, 220 = 20 x 11. Observe agora que 20  + 11 = 31. O número 31 é de grande importância na Qabalah do Livro da Lei. É o número nome  hebraico "AL" de Deus. O Livro da Lei é chamado de outra maneira de "Liber Al". O "AL" é um  nome apropriado Qabalístico de Deus inserido no Livro da Lei. O Todo ou Deus, "AL" é inserido  no jogo sagrado do contexto da mitologia egípcia. No hebraico o nome do jogo é Shin-Teth. Em  Tarot, Shin é Atu 20 e Teth é Atu 11, e 20 + 11 = 31. Observe também que 31 é o número do  caminho de Shin na árvore da vida. Shin é a letra do jogo e a letra do nosso Aeon da força e do  fogo.   O manuscrito original do Livro da Lei conteve 65 páginas. 65 é o número de NU (Nuit) e (Hadit)  unidos (Nun-Vav-Vav + Heh-Daleth = 65). É também o número de Adonai, nosso senhor. Ra-  Hoor-Khuit é o senhor do Novo Aeon, e é a criança da união de Nuit e de Hadit. Agora 65  (Samekh-Heh), quando traduzidos pelo Tarot são "Temperança" (Atu XIV) e "a Estrela" (Atu  XVII). 14 + 17 = 31. Outra vez 31 é o valor numérico do AL, que é a manifestação de Deus no  Livro da Lei.    É muito importante compreender que a fórmula mágica do Livro da Lei não está fundada em  uma verdade absoluta mas em uma que é relativa ao espírito dos nossos tempos. O Livro da Lei  não faz nenhuma falsa reivindicação para resolver todos os problemas do humanidade; indica  meramente um estágio particular no curso da evolução. Este estágio particular é chamado o  Aeon de Hórus. Hórus, senhor do Aeon, é a criança de Osíris e de Ísis, ele é partícipe dos  elementos de seu pai e da mãe. Ele é bissexual, uma combinação do macho e da fêmea; ele é um  Gêmeo-Deus, isto é, dois em um. Como todos os deuses verdadeiros, Hórus é um símbolo  arquetípico de uma força da natureza, particularmente da natureza verdadeira da mulher;  porque nós descobriremos em nosso progresso, não há nenhum deus sem uma deusa. Os homens  e as mulheres estão agora livres para ser o que são na verdade, isto é, deuses do espaço infinito,  livres para se inflamar no cosmos infinito como estrelas brilhantes e gloriosas, originais e  supremas. Nós devemos viver como os deuses, coroados e conquistadores, livres fazer nossos  próprios destinos.   Verdadeiramente esta é nossa herança mágica das estrelas, porque nós fazemos da dança da vida  uma emoção verdadeira e um êxtase sublime; o sacramento da encarnação transforma-se numa  fonte sublime da alegria e do prazer. Como os deuses nós devemos viver, na luz, na vida, no  amor e na liberdade, não como os meros mortais que não determinam nenhum sentido para suas  vidas, que como simples escravos precisam de um mestre para governá-los. Nós devemos  dominar nossos próprios destinos, e por nós mesmos, fazer do sacramento da vida uma  celebração maior da liberdade ilimitada da existência!   É também muito importante compreender que -- quando nós aproximamos do Livro da Lei --  precisamos compreendê-lo não ao pé da letra, mas através do espírito que emana de sua escrita.  As palavras são projetadas indicar a essência e o entendimento; de outro modo isto não teria  sentido. Há determinados versos no Livro da Lei que não devem ser interpretados literalmente,  mas de forma mágica, no espírito e na essência. Por exemplo, quando o Livro da Lei fala em  pisar no fraco pode-se de fato considerar à operação essencial de banir todos aqueles elementos  fracos de si mesmo, que impedem o saber, e o impedem de cumprir sua verdadeira vontade.  Quando se fala de ações violentas, esta não significa que nós devemos ser violentos e fazer  aquelas coisas brutais que são descritas frequentemente com detalhes horríveis. Apenas ele  tenta indicar determinadas fórmulas revolucionárias para o seu aprimoramento espiritual  interior.    A língua do autor do livro, que era o Sagrado Anjo Guardião de Crowley, pode superficialmente  parecer violenta e abominável, mas nesta condição está somente em nosso mundo limitado do  pensamento. Aiwass, autor do livro, é de um outro mundo e realidade, e suas maneiras não são  nossas maneiras; e é um fato muito possível que Aiwass usava uma língua tão revolucionária  barrar o profano da realização de determinadas verdades dos recônditos do universo que foram  reveladas no Livro da Lei, a fim de que não abusasse ou profanasse aquelas verdades sagradas.   Este é o Novo Aeon de Hórus; o Velho Aeon de Osíris está inoperante! Mas Hórus é justamente  um bebê que está aderido ainda aos princípios do Velho Aeon, com medo do desconhecido. Nós  somos Hórus, a criança, e não há nenhuma escapatória do fato de que nós nos estamos aderido  ainda infantilmente às falsas doutrinas religiosas. Nós tememos o desconhecido e  remanescemos desse modo no limite do velho ao que é novo e está por vir. Mas nós devemos  crescer na liberdade; é esta a lei de nossa natureza.   Meu ponto de vista é este: Nós devemos dar um salto no desconhecido, pondo de lado todas as  formas de pensar contrárias ao amor e a liberdade, e por tal processo tornar-se-á mais possível  para nós compreender a língua revolucionária do Livro da Lei. A língua do Livro da Lei não é a  língua de um homem; é a língua de uma inteligência Praeter-humana, de um tipo  transcendental. O Livro da Lei contém uma língua nova que traz a maneira mais apropriada o  pensamento para nossa época. É a língua de um Novo Aeon, escondendo um entendimento  interno que possa de fato ser o reverso de seu entendimento exterior.    Deixe-se penetrar além da mera letra, e perceba-o preferivelmente pelo entendimento da alma,  da essência e do segredo de cada letra. Haverá mais do que os olhos podem conceber. Como está  em Hadit no segundo capítulo: "há um perigo grande em mim; para quem não compreender  estas runas cometerá uma grande falta. Cairá no poço mais profundo chamado porque, e lá  perecerá com os cães da razão."   Deixe-se levar além das operações limitadas da mera razão quando se aproximar do Livro da  Lei. Deixe-se ler e experimentar a sua essência, o entendimento interno de seu simbolismo e  caracteres. Ele foi escrito para nos informar a respeito dos princípios de importância universal e  prática, e ajudar-nos em nossa evolução cósmica, a progredir no espírito da liberdade e da  alegria. Ponha conseqüentemente de lado os preconceitos e opinião inúteis baseados em  princípios do velho Aeon, e se permita avançar para frente na luz levantando-se como um novo  alvorecer dourado. A mudança desejada é regida pelo amor sagrado, trabalhando em seu  miraculoso poder no mundo, trazendo com ele a alegria e a liberdade e o sucesso!  A Árvore da Vida é - para não dizer outra coisa- um mapa do universo oculto que compreende  estes quatro mundos: o mundo material de Assiah, o mundo astral de Yetzirah, o mundo mental  de Binah, e o mundo espiritual de Atziluth. O conhecimento do cosmos oculto aumentará sem  limite o poder do futuro Mago. Entretanto, convém dize que se não houver um aumento de sua  Sabedoria, este conhecimento resultará em algo realmente perigoso.  O Mago da A.'.A.'. emprega e manipula as forças do universo oculto à partir do plano de material  de Assiah, consciência mundana. Na S.O.T.O. (Society Ordo Templi Orientis) o Mago emprega  suas operações à partir do plano de Yetzirah, o plano astral. A Magia Sexual - o Amor sob  Vontade de Crowley  emprega uma técnica sexual que atua diretamente sobre essa plano. Isto se  dá porque o Mago e sua Sacerdotisa, exaltam suas consciências a outras dimensões. Em outras  palavras a potência de sua paixão sexual, de seu mútuo amor lhes permite transcender a sua  própria consciência individual, ativando a mesma diretamente no astral.   Os adeptos da Aurora Dourada (Golden Dawn) tinham que operar ou fazer baixar por meio de  invocações e complicadas cerimônias as forças ocultas com as quais eles desejavam entrar em  contato. Porém Crowley e todos os praticantes da Magia Thelêmica conseguem ascender até o  nível que desejam até encontrarem a si próprios, desvendando o seu mistério pessoal, como uma  forma de encontrarem-se a si mesmos.  O princípio desta Tradição é perceber que o êxtase é um estado metafísico, em sua forma mais  concentrada, como o caso de Samadhi, fruto da união dos opostos que é a meta da Yoga, e da  Experiência Mística. A Tradição do Ocidente está balizada nos Mistérios Herméticos Egípcios,  por esta razão Crowley, empregou os nomes de Nuit e Hadit para expressar as polaridades  metafísicas. Sobre o plano físico estas polaridades (as correntes Positivas e Negativas, o Sol e a  Lua que são expressos ou denominados como a Besta (o Sol) e Babalon (a Lua), Espírito e Carne.  A fórmula de Set (Shaitan) é o êxtase da União do Espírito e da Carne, a fórmula de Sh y T que  Crowley explica como sendo a síntese de sua Magia.  A   A.'.A.'. deixou de ser uma única Ordem em virtude das diversas linhagens existentes, mesmo  porque o importante mesmo é que, não importa a linhagem, contanto que ela se mantenha pura  no que tange a fórmula do Sistema "Magick" e na adoção da Lei de Thelema e principalmente na  fórmula de recepção de novos membros. Entretanto, convém notar que o sistema de aprendizado  da A.'.A.'. se dá através da relação entre Instrutor-Discípulo, não existindo estruturas de Lojas  ou mesmo qualquer estrutura física. A aceitação ou não do discípulo por parte do instrutor, e  note não pode existir nenhum tipo de cobrança de ordem financeira, senão aquela de ordem  espiritual, através de obrigações impostas e exercícios espirituais.  THÉLEMA  transcende a habilidade das religiões estabelecidas de unir a alma a Deus, visto que  se trata de um empenho individual para uma experiência difama não intermediada por  sacerdotes oficiais, e independente de dogma, doutrina ou fé. As iniciações à Magia dão  experiência  e vivencia, não por ouvir dizer, e dão conhecimento em vez de fé.Há dez Níveis de  existência na tradição ocidental, variando do conhecido mundo físico habitado por nossos  corpos até os limites do Nada. A existência física é o décimo e mais denso dos Níveis.   Mesmo na sua densidade, o mundo físico está baseado nas mais tênues partículas subatômicas  que interagem em ondas de energia. Por motivos práticos, iremos considerar a nós mesmos e ao  ambiente em que vivemos como sendo sólidos e tangíveis. Na história da busca espiritual, há os  que rotulam a matéria como intrinsecamente ruim, uma armadilha e uma tentação a ser evitada em nome do espírito. Esse ponto de vista sobre a matéria ser, em geral, malévola, adveio do  afastamento da espiritualidade provocado pelo sexo, ambição e emoções violentas. O sexo é  visto como a maior das distrações nesse sentido, já que representa a mais forte e íntima  necessidade de sobrevivência depois da fome (e da sede também).  Thélema encara o mundo  material como sagrado, digno de respeito e amor, e a esfera na qual toda Magia deve ser  praticada para ser completa. Magia é ação, não apenas falar ou pensar sobre as mudanças que  ainda virão. A prática da Magia começa e acaba no décimo nível de densidade. Você está em  Malkuth e Kether, um banimento dedica espaço e tempo específicos à obra da Magia Thelêmica  e elimina interferências e concentra a atenção do Magista na obra presente. Sugiro sempre o  banimento completo para os iniciantes, pois estes brilham como faróis nos planos astrais e  afastam todo tipo de ente baixo-astral à procura de força vital.Todo ser humano saudável vive  em todos os dez níveis contínuos de existência, embora a maioria de nós não se aperceba,  conscientemente, dos níveis mais etéreos.  Quando você dá os primeiros passos na prática da Magia Thelêmica, ativa sua participação  consciente, a presença chama a atenção consciente de fantasmas, pesadelos, emoções negativas  não resolvidas, vampiros  que freqüentemente possuem corpo físico, Lojas  Negras, etc. Ordálias  são elaboradas para obter sua atenção. Dar-lhe um motivo muito forte, criar um koan ativo de  modo que você possa se abrir para um ponto de vista diferente. A visão modificada e a nova  compreensão constituem a Iniciação.  Não existe Deus senão o homem”!  Tal assertiva tem um significado muito mais profundo do que  supor que thelemitas sejam ateus. Muito pelo contrário. Deus, Adonai, Yaveh é a Inteligência  SUPREMA e portanto necessariamente razoável de estar contida no homem. Em outras palavras  se o Homem vai compreendendo o seu interior, ele se dá conta de que o macrocosmo está  contido nele, junto com o potencial máximo da gama inteira de manifestação. O macrocosmo  tido como um Universo está no microcosmo – homem, pois este último é a realidade da  manifestação, enquanto que Deus, em filosofia, é uma hipótese, que não pode ser personificada,  pois personificar Deus, é personificar a Razão Absoluta, e determinar aquilo que é real e divino  por uma necessidade que nossa mente precise idealizar. Não somos marionetes da criação.  Nossa necessidade adjunta da vontade deve estar contida no binômio - liberdade e razão.  Fatalidade é a sucessão inevitável de efeitos e causas em uma determinada ordem. Vontade é a  faculdade dirigindo de forma inteligente as forças para a conciliação da liberdade tão pregada  em Thélema. Dirigir tais forças é uma forma de poder, e sem a razão não é possível a aplicação  sábia deste poder, resultando na fatalidade.  Temos visto hoje em dia o grande número de pessoas que se entregam à fatalidade do destino  sucumbindo ao uso das drogas, tornando-se dependentes químicos. Em muitos tratados de  Ciências Ocultas é veladamente mencionado que determinadas drogas são capazes de abrir os  portais do astral que existem por detrás dos véus da matéria.   Leis ocultas estão  freqüentemente e diametralmente contrárias a idéias comuns. Por exemplo, a multidão acredita  na condolência de coisas que são semelhantes e na hostilidade de coisas contrárias, mas é o  oposto que é a Verdadeira Lei. Em todas as coisas a mente profana habitualmente leva sombra  para realidade.  As forças da Natureza estão à disposição daqueles que sabem lhe resistir. Mas eu pergunto: E  você? Domina suficientemente sua vontade para nunca ser intoxicado? É realmente capaz de  dirigir o poder terrível e fatal de intoxicação. Na época de Crowley, ele próprio, Alan Bennett,  em virtude de suas vidas de alpinistas, sofriam terrivelmente de asma e outras doenças  respiratórias. Era muito comum os médicos da época receitarem ópio, morfina ou haxixe como  parte do tratamento para aliviar a dor. Mesmo nos dias de hoje, drogas fortíssimas, com ação  vaso-constríctora é administrada a doentes como forma de entorpecer e eliminar a dor. É o caso  da xilocaína, por exemplo, entre outros produtos.  Crowley por sua vez além de tentar abrir os portões do subconsciente, desejava comparar  cientificamente os estados de consciência induzidos pelo seu uso, como aqueles resultantes da  loucura, obsessão e exaltação mística. Dentre suas inúmeras declarações ele diz: “A maior parte  das idéias fixas sobre drogas é superstição e quanto mais aprendo, maior é a montoeira de lixos  de declarações aceitas. Não tenho nada a agradecer, no entanto, a heroína e a cocaína, houve de  minha parte um enorme grau de aborrecimento em relação a elas”. O fato é que tal declaração de  Crowley como vinda de um pesquisador, permitiram com suas experiências provar que as  declarações com uso de drogas em doentes, podem ter um efeito favorável ou contra, no que  tange aos seus benefícios ou perigos. Ele demonstrou cientificamente que determinada droga,  varia de ação com a saúde, a doença ou a disposição da pessoa ou paciente em usa-las. Deixou  claro, que quando uma pessoa recorre ao uso de determinada droga, ela muitas vezes é incapaz  de calcular a extensão ou efeito que as drogas terão sobre ela. Para isto ele deixou um tratado na  época que serviu em muito para os pesquisadores modernos, por exemplo: o álcool, o seu abuso  é demais conhecido para requerer uma menção específica; o éter, mesmo efeito do álcool  acrescido de paralisia e danos aos neurônios; o haxixe, produz insanidade ou loucura; a cocaína,  o colapso nervoso, cardíaco, insanidade e morte; o fumo ou ópio, danos irreversíveis as vias  respiratórias, destruição do tecido alveolar do pulmão, câncer, etc.; a morfina e a heroína,  colapso nervoso, loucura, insônia, problemas digestivos, colapso cardíaco, com grande  embotamento e processo avançado de depressão.  Uma vez visto os resultados obtidos pelo próprio Crowley, poderíamos chegar a conclusão que a  procura de novas sensações, dificuldade de adaptação à vida, o estresse da vida moderna,  excesso de imaginação, só traduzem uma única coisa àquele que resolve enveredar pelo triste  caminho das drogas: o tédio, a dor, a fraqueza moral, a destruição dos valores e a morte. Ora, a  sociedade é prova da inabilidade do ser humano ao lidar com determinadas drogas, o próprio  Crowley enveredou uma verdadeira briga para se livrar do vício que a heroína prescrevida pelo  médico para tratar de sua bronquite asmática causaram. Os resultados são quase sempre os  mesmos, para não dizer fatais, conduzindo tais excessos para loucura ou morte.  É triste notar que existam grupos de pseudo-exotéricos que defendam ou incentivem o uso  inadvertido de drogas. Se você é fraco para beber, não incentive outros a beberem, nem faça isto  você mesmo. O mundo é magnetizado pela luz do Sol, e nós somos magnetizados pela Luz Astral  do mundo, que opera no corpo do planeta e se repete em nós. Dentro de nós há três mundos  analógicos e hierárquicos, como em toda a Natureza. Homem é o Microcosmo ou pequeno  mundo, e, de acordo com a doutrina de analogias, tudo que está no grande mundo é reproduzido  dentro do pequeno. Conseqüentemente nós temos quatro centros de atração fluídica e de  projeção. O cérebro para o coração, deste para o epigástrico e deste para órgão genital,  alternando-se e vice-versa.  Tal aparato em nós inseridos, coloca nossos egos em comunicação com o fluido universal  provido a nós pelo sistema nervoso central, onde estão localizados os meridianos da acupuntura,  tidos como canais de energia. Desta foram a A.'.A.'. ensina em seus graus mais altos o controle  mágicko e o direcionamento da corrente energética sexual que flui do centro da terra para cima,  estudado tão profundamente pelo sistema tântrico Vamamarga. Estes estudos explicam que o  ato sexual necessita ser sagrado e consagrado para que os nossos centros energéticos  desencadeiem cada um deles uma operação mágicka de natureza  magnética tripla, onde  ocorrerá a manifestação do subconsciente da Vontade Mágicka do magista, interferindo  positivamente na sua aura da saúde como de sua parceira. Quando o magista atinge tal lucidez,  tanto pela mediação de sua sacerdotisa ou pelo próprio desenvolvimento dele, ele comunica e  dirige as vibrações magnéticas à vontade para que a massa inteira do Astral Ilumine as correntes  de qual ele e sua sacerdotisa divinizados por meio de sua Baqueta Mágica (no caso da Magia  Sexual representada pelo pênis),  ajude as vibrações influenciadas através do uso de estrelas,  raios, flores, essências, perfumes, óleos, incensos, horário mágicko e emanações presentes em  tais horários, a acelerar ou suspender as correntes da vida, acalmando, torturando, curando, ou  até mesmo tirando uma vida, tal o poder e a ação magnética impressionada por tal efeito. Aqui,  porém, nós pausamos em presença do sorriso da incredulidade. Não se deixe permitir desfrutar  do triunfo fácil de negar aquilo que não sabe ou ignora. A morte é sempre precedida por uma  torrente eletromagnética de letargia, e conseqüentemente leva choque gradualmente aquele que  é atingido por tal força ou torrente astral nefasta oriunda do ato de Magia Negra Sexual. Tal  energia é conseguida pela liberação descontrolada da libido, muito comum aos pseudomagistas  que criam o culto pessoal ao falicismo ou adoração ao sexo. Assim a energia sexual como a  magia em si possui também suas polaridades, e muito mais fáceis de serem atingidas, são  aquelas que provocam a ação de forças contrárias que naturalmente retornarão dia mais, dia  menos para aqueles que as invocam sem um conhecimento mais profundo do assunto, podendo  determinar grandes, irresistíveis e destruidoras correntes magnéticas. A Luz Astral sobre a  influência sexual eletromagnética condensa ou rarefaz em proporções idênticas, tais como  correntes de energia cumulativas, podendo causar bens ou males a determinados  Centros  Energéticos.  A prática mágicka geral está longe de ser meramente magia sexual  na conotação comum do  termo, pois muitos ignorantes do simbolismo místico, terapêutico ou religioso, lhe dão  interpretações cruas.  Se a Shakti ou Poder da Energia Sexual atua exclusivamente nos centros  psico-sexuais, a depravação e a destruição serão os resultados inevitáveis para o ignorante  magista negro. Entretanto, se o Sacerdote e sua Sacerdotisa, na mais absoluta e tranqüila união  em seu templo mágicko, fizerem com que a serpente erguida ou Kundalini, sobrepasse todos os  lótus com sua subida flamejante, então o néctar recebido pingará no lótus de mil pétalas  localizado no cérebro, fazendo com que a iluminação aconteça juntamente com os mais elevados  trabalhos mágickos e iniciáticos, em outras palavras, todo esforço mágicko inteligente desde  uma projeção do fluído físico humano ou do fluído etéreo ou astral, iluminará o trabalho do  magista, de modo que aqui está o necessário para distinguir o ser humano superior, tanto no  aspecto físico como do Astral, ou em outras palavras o Iluminado, do magista negro escravo  somente do magnetismo animal do universo. Todo corpo da verdadeira doutrina mágicka é uma  interação mágicka ou equilíbrio entre duas forças pulsantes uma que ascende e outra cai, pois  como disse Crowley no Livro da Lei existe a Pomba e a Serpente. Fazendo uso da palavra (verbo)  e do fluído magnético, nós empregamos uma expressão aceita que busca ser entendida desta  maneira, pois o sistema de vibrações eletromagnéticas que impregnam o astral explica a  natureza deste fenomenal assunto.   Porém pode ser, a luz astral em questão, como sendo o instrumento da vida, ou se subordinada a  um mecanismo cego, e procedendo de centros automáticos arbitrários, se torna uma luz morta  ou um buraco negro que só tenderá a seguir determinadas impulsões ou leis fatais. A luz astral é  fatal para o  magista ignorante, que sem conhecimento de causa executa e experimenta sem  avaliar os danos; sendo indubitavelmente contagioso para aqueles que o seguem respirar o  mesmo ar de uma pessoa mentalmente doente, pois estar dentro do círculo de atração e  expansão que cerca este ser, só atrairá o contrário e o perverso numa intoxicação completa da  Luz Astral. Quando a atmosfera magnética de um mais magistas é equilibrada, a faculdade de  um expande a faculdade do outro, numa tendência a produzir o que é belo, harmonioso e  equilibrado, iluminando também e incitando positivamente a imaginação, trazendo reflexões  análogas ao sentimento que experimentam.    Amor é a lei, amor sob vontade.    E.I.E. Caminhos da Tradição - Todos os direitos reservados.
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